O Impacto do Exercício Físico na Saúde Mental

✓ Aumenta a qualidade de vida;
✓ Diminui a sintomatologia ansiosa (tem uma ação ansiolítica);
✓ Diminui a sintomatologia depressiva (tem uma ação antidepressiva);
✓ Aumenta a perceção de auto-controlo;
✓ Promove a integração social;
✓ Previne os efeitos negativos dos acontecimentos stressantes;
✓ Melhora a competência e performance cognitiva;
✓ Promove a resiliência perante perturbações mentais associadas ao stress;
✓ Não desenvolve efeitos secundários;

A atividade física é fundamental para melhorar a qualidade de vida!

Saiba mais: envelhecimento ativo

Núcleo Psicologia da URAP, com a contribuição do elemento em estágio da Universidade Católica

 

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Envelhecimento ativo

Um envelhecimento “bem-sucedido”, “satisfatório” ou “ativo” não depende exclusivamente de fatores como a sorte ou património genético, mas também, depende de cada um de nós, das nossas ações e responsabilidades individuais (Ribeiro & Paúl, 2011).

Portanto, ser ativo, à medida que a idade avança, já não se limita à prática de atividade física, mas envolve o estímulo cognitivo, a saúde mental, a interação com os outros, uma alimentação e comportamentos saudáveis.

Neste sentido, a Organização Mundial de Saúde aponta o estilo de vida ativo como uma das principais formas de prevenir doenças, manter o funcionamento cognitivo e providenciar a integração na sociedade.

Desta forma, torna-se importante envolver-se em atividades e participar socialmente, fornecendo oportunidades de conhecer novas pessoas e de conviver com outras que já conhece.

A escolha desta atividade deve ter em conta:

  • Os seus interesses (recompensadoras, que tenham significado para si);
  • Oportunidades existentes no meio envolvente;
  • As exigências da atividade;
  • Alterações que a atividade vai providenciar;

Exemplos de atividades:

– Convívio intergeracional;

– Novas tecnologias;

– Voluntariado;

– Universidades seniores;

– Caminhadas;

Existem algumas estratégias para envelhecer de uma forma mais ativa como:

– Autoaceitação (manutenção de atitudes positivas consigo próprio, embora consciente das suas limitações);

– Capacidade de adaptação às mudanças (aceitar o que é inalterável);

– Desenvolver objetivos de vida e metas a alcançar;

– Envolvimento com o meio;

– Abertura para novas experiências;

– Realizar atividades físicas;

– Promover relações positivas com os outros.

Leia o artigo: O envelhecimento ativo

Núcleo de Psicologia URAP – Mafalda Morais – Estagiária Psicologia

DIA MUNDIAL DA TERAPIA OCUPACIONAL – 27 de Outubro

A propósito da Terapia Ocupacional, e dos 100 anos da sua existência, partilhamos a actividade de outros que, como nós, a exercem com saber e dedicação.

Das mais nobres profissões que conhecemos! Usam criatividade a toda a hora e ensinam sempre de coração cheio! São os melhores amigos para muitas famílias! Muito obrigada a todos!

Fórum Europeu de Cuidados Primários

Portugal foi o país escolhido para acolher em 2017, na cidade do Porto, a conferência anual do European Forum for Primary Care / Fórum Europeu de Cuidados Primários (EFPC), que teve como  tema “A Voz do Cidadão nos Cuidados Primários: um compromisso social pela saúde para todos'”.

O evento teve lugar no Centro de Cultura e Congressos da Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos entre os dias 24 e 26 de setembro e a sua organização foi da responsabilidade conjunta do EFPC e da USF-AN (Associação Nacional de Unidades de Saúde Familiar).

No sentido de aumentar a abrangência e o impacto do evento, a organização foi alargada a outros parceiros formando-se um consórcio institucional liderado pela USF-AN e onde também constam a Ordem dos Médicos (OM), anfitriã do evento, a Ordem dos Enfermeiros (OE), a Associação de Docentes e Orientadores de Medicina Geral e Familiar (ADSO) e a Associação de Unidades de Cuidados na Comunidade (AUCC).

Foi com  particular empenho que o ACES Porto Oriental se associou a este consorcio, a convite da USF-AN e EFPC, constituindo-se como instituição anfitriã. Tendo em conta que o público desta conferência é maioritariamente de origem estrangeira, a colaboração teve como objetivo possibilitar um contacto de proximidade com os prestadores de cuidados locais e sua organização, contribuindo assim para uma ampla discussão e reflexão sobre a saúde, encarando-a como compromisso social europeu, assentando nos cuidados de saúde primários as bases de um sólido acordo que aproxime o realizado do esperado, tendo sempre em vista a inclusão construtiva das pessoas. Os congressistas visitaram as instalações e apreciaram o trabalho multidisciplinar da equipa, contactando com atividades desenhadas para os diferentes grupos da comunidade, tendo tido oportunidade de experimentar um jogo lúdico-pedagógico. A visita terminou com saboroso Lanche Mediterrâneo.

Portugal has hosted the annual European Forum for Primary Care (EFPC) in 2017, in Porto, with the theme “The Voice of the Citizen in Primary Care: a social commitment for health for all. ‘”

The event, between September 24 and 26, took place at the Center for Culture and Congresses of the Northern Regional Section of the Ordem dos Medicos and its organization was a joint responsibility of EFPC and USF-AN.

It was with great commitment that ACES Porto Oriental, joined the consortium that organized it, at the invitation of USF-AN and EFPC as a host institution. The public of this conference was mostly of foreign origin and the aim of the collaboration was to enable close contact with local care providers and their organization, thus contributing to a wide discussion on health, considering it as European social commitment, with primary health care laying the foundations of a solid agreement closer to what has been achieved, always with a view to the constructive inclusion of people. The participants visited the facilities and appreciated the multidisciplinary work of the team, contacting with activities designed for the different groups of the community, and had the opportunity to experience a pedagogical game. The visit ended with a tasty Mediterranean Snack.

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Integração dos Nutricionistas no Serviço Nacional de Saúde em Portugal

Publicação na Acta Portuguesa de Nutrição 08 (2017) 16-21

Beatriz Ferreira; Tânia Cordeiro; Alexandra Bento – Nutricionistas

Introdução: O Serviço Nacional de Saúde é a estrutura do Estado português que assegura à população a prestação dos cuidados de saúde. Integradas nas Redes Nacionais de Cuidados de Saúde Primários e Cuidados de Saúde Hospitalares, as unidades que formam o Serviço Nacional de Saúde revelam-se locais privilegiados para a incorporação da prática profissional do nutricionista, pelo facto de a sua atuação se focar na promoção de saúde, na prevenção e no tratamento da doença, contribuindo para a reversão do cenário epidemiológico centrado na intensificação das doenças crónicas não transmissíveis e para o cumprimento das metas em saúde estabelecidas a nível nacional e internacional.

Objetivos: Determinar o número de nutricionistas a exercer no Serviço Nacional de Saúde nos Cuidados de Saúde Primários e nos Cuidados de Saúde Hospitalares. Calcular o número de utentes e de camas atribuído a cada nutricionista integrado nas unidades que compõem, respetivamente, as Redes Nacionais de Cuidados de Saúde Primários e Cuidados de Saúde Hospitalares.

Metodologia: Neste estudo descritivo obteve-se, por correio eletrónico e telefone, informação sobre o número de profissionais a exercer como “Dietista”, “Dietista estagiário”, “Nutricionista” e “Nutricionista estagiário”, de acordo com o Registo Nacional da Ordem dos Nutricionistas, nas instituições constituintes do Serviço Nacional de Saúde, Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira e Serviço Regional de Saúde do Governo dos Açores. No final, a adequação dos rácios obtidos foi analisada com base em critérios emitidos pela Ordem dos Nutricionistas.

Resultados: Verificou-se um total de 416 nutricionistas a exercer no Serviço Nacional de Saúde, dos quais 123 profissionais pertenciam aos Cuidados de Saúde Primários e 293 aos Cuidados de Saúde Hospitalares. Nos Cuidados de Saúde Primários identificou-se um rácio de 86.006 utentes por nutricionista e nos Cuidados de Saúde Hospitalares o rácio estimado foi de 97 camas por nutricionista.

Conclusões: O número total de nutricionistas a exercer no Serviço Nacional de Saúde revelou-se manifestamente aquém do que se considera adequado, devendo-se reforçar a incorporação de nutricionistas no Serviço Nacional de Saúde.

Leia o artigo completo – Integração Nutricionistas SNS

Oficinas Temáticas

Com o findar do ano completou-se o 1º ciclo do projecto “ Oficinas Temáticas – espaço de expressão e criatividade “, da terapia ocupacional.
A árvore, que foi de Natal, engalanou-se para receber a Páscoa. Daí aos
Santos Populares foi um saltinho pleno de actividades, imaginação e
desempenho ocupacional.
Chegado o Outono, e desta feita dentro de portas, o S.Martinho foi assinalado como manda a tradição : castanhas, provérbios e dizeres para estimular a cognição.
E assim foi, outra vez Natal, na terapia ocupacional.